domingo, 26 de junho de 2016

::: Curso de Gestante UNIMED :::

Momentos valiosos de grande aprendizagem


No dia 24 de maio iniciou o Curso para Gestantes da UNIMED, no auditório da mesma, às 18:30h. O curso teve 6 encontros com variados temas e profissionais palestrantes. Todos os encontros eram iniciados com um lanche, composto por salgados, bolos, refrigerantes e sucos (me esbaldei kkkkkkkkkk).

Participamos dos 6 dias e aprendemos muitas coisas... bem, pelo menos eu aprendi, porque Marcio sempre estava em outro plano sideral. Desde gestação, formas de partos, amamentação, trato do recém-nascido entre outros assuntos, até segurança no trânsito. Médicos, enfermeiros, analista de trânsito (companheiro servidor) palestraram durante todo o curso.


No último encontro, tivemos a presença do nosso primo Dr. Fernando, um dos responsáveis pelo curso e, além das palestras previstas, tivemos sorteios de brindes (que não ganhei, buá) e entrega de brindes para todas as gestantes.




 Foi muito 10. Agradeço imensamente o privilégio de ter aprendido mais sobre a maternidade.

::: Passeios Durante o 5º, 6º e 7º Mês de Gravidez :::

Alguns momentos que acho relevante postar


Eventos que contaram com a nossa presença e com os gêmeos na barriga deliciando com as guloseimas <3
(Dia 11-06: aniversário do Miguel)

(Dia 10-06: aniversário do nosso afilhado Antônio Pedro)

(Dia 21-05: Rock Burger com a cunhada Hilvanete)

(Dia 12-05: Starr Beetles no Shopping Pantanal)

(Dia 29-05: Ida a Dani)

::: Chá de Bebê - 07/05/2016 :::

Preparativos e a festa de chegada dos gêmeos


 
Nunca fui fã de chás de bebês. Vou nas festas que sou convidada, gosto muito de interagir, mas pensar "tenho que fazer um chá de bebê quando eu engravidar", não! Era uma hipótese bem difícil de acontecer.
 
Mas a gravidez foi uma realização tão grandiosa, tão maravilhosa em minha vida, que decidi realizar. Márcio escolheu o tema: Pequeno Príncipe e a Rosa e elaborou o convite. Comadre Alis me presenteou com o bolo decorado da festa. 
 
 
Aproveitei o atestado de repouso e corri atrás de tudo: bandeirolas de nomes, doces, encomendas e pedi que minha irmã ajudasse na decoração. Infelizmente os balões que adquiri eram de má qualidade e deu um trabalho infernal. Caiu depois de pronto, afff... deu muita raiva, mas são coisas que ocorrem para não dizer que foi perfeito.
 
Faltou muita, muita gente que convidei, mas em parte foi bom por conta do espaço. Coube todos. Sobrou muita comida, bolo, doces... me dei ao luxo de me deixarem pintar (coisa que em outras épocas eu abominaria!), afinal eram o nosso dia: meu e dos gêmeos. Chamei pessoas que se dedicaram a mim nessa gravidez, que se lembraram de mim, que foram no meu aniversário. Estou adotando a tática do compadre Helton: chamo quem se lembra de mim e as pessoas que faltaram nesse chá de bebê também não são mais chamadas!
 
Aconteceu, alguns dias antes, uma situação que nos deixou, eu e Marcio, muito tristes. Não o fato em si, o acontecimento era bom, mas se analisado sobre o prisma de "1 peso, 1 medida", igualdade, benquerença, soou extremamente mal. Com a aprovação do Marcio, chamei apenas amigos, alguns parentes realmente importantes e queridos e, ademais, amigos. Fiz mesmo para mostrar como estava "feliz" com o que aconteceu. Quem não prioriza os gêmeos, não serão priorizados por nós!
 
Terminou por volta das 19h e foi realmente um momento único. Especial. Agradeço a todos que nos privilegiaram e que vieram comemorar a vinda dos gêmeos!










 

::: 5º Mês e a Boa Disposição :::

Resumo de como foi esse período da gravidez


Bem, durante o quinto mês fiquei passada de como estava bem disposta. Não sei se foi o tempo de repouso que tive durante a cirurgia de hemorróida, em que me dediquei exclusivamente a mim e aos bebês, frequentei mais a Legião de Maria, comprei o que ainda faltava para os bebês... e olha que não foi nada barato.

Ganhamos um berço dos meus pais e o restante do grosso foi nós mesmo!

Tive algumas decepções no lado pessoal. Esperava algumas coisas durante a gravidez, que não tive, por exemplo mais atenção, e, em compensação, pessoas que não esperava, me ajudaram, me apoiaram e isso foi muito confortante.





Tudo que realizamos foi com sacrifício. Muitos falam: "vocês reclamam de barriga cheia. Vocês ganham bem!". Pensa o seguinte: compramos o dobro de tudo! Não ganhamos mal, se fosse 1 bebê no quarto mês estaria tudo pronto. Mas por você "ganhar bem" as pessoas não te dão muitas coisas: não tivemos privilégios de, por exemplo, ganhar um enxoval, ganhar um quarto completo etc. ganhamos presentes aleatórios, de muitas pessoas, que, como eu disse, não esperava e isso me confortou muito, mas grande parte foi bem ralado. Meu pai e minha mãe foram grandes suportes, porque compram fraldas, minha mãe, com seu salário, compra roupinhas, sacrificando de comprar coisas para ela, ganhando pouco com as faxinas lá em casa e mesmo assim, com seu grande coração, se lembra dos gêmeos.

Por outro lado é bom acontecer isso porque quando as pessoas fazem coisas grandiosas por você, ela se sentem no direito de mandar em sua vida e esse mal não teremos. E outra: cartão de crédito é pra isso! Parcela tudo e depois a gente vê o que vira kkkkkkkk

O voltar a trabalhar depois de 24 dias em casa foi ruim demais kkkkkkkkkkkk acostumei com a vida boa, me sentia mais lenta, mais pesada (sem contar que até então tinha ganhado 3kg (detalhe: no primeiro mês tinha emagrecido 2kg, então basicamente ganhei nada!). Fiz o chá de bebê nesse meio tempo, porque muitas mulheres reclamam da gravidez: o peso, a dificuldade, a falta de ar que já tinha muito! Mas isso colocarei em outro post.

sábado, 18 de junho de 2016

::: A Troca de Obstetra :::

Esqueci de mencionar o processo de mudança de obstetra. Está bem atrasado, mas vou falar sobre isso.


Pois é, como relatado no texto "Sexo dos Gêmeos", fiquei arrasada com a atitude do doutor. Mas a ficha completa não caiu no momento. Fiquei remoendo aquilo durante 3 dias. Troquei idéia com minha mãe, que a princípio achou que eu deveria continuar. Mas algo não soava bem... todas as mulheres grávidas me diziam: "Meu médico me deu o celular dele"; "Tive um problema e meu médico foi ao PA". Algo não encaixava. A cena que me marcou, quando decidi começar o tratamento para engravidar com o doutor, foi quando ele me atendeu 5 min atrasado e pediu um milhão de desculpas. Eu falei: "Mas perto de muitos médicos, isso não é nada!" e ele, meio com cara de mal gosto: "Uma paciente teve um imprevisto e tivemos que fazer o parto, coisa que não gosto". Pensando hoje nisso, um obstetra não gostar de imprevistos? Será que não está na área errada?

Essa dita consulta foi numa segunda-feira. Na sexta-feira, não me aguentando, entrei em contato com a comadre Alis, já que ela trocava muitas idéias com relação a gravidez e tinha recém passado por tudo. Perguntei se ela teve algum afastamento do serviço por conta da gravidez. Respondeu-me que sim, 15 dias antes do parto. Perguntei se ela precisou de algum exame, ou se só com atestado. Respondeu que só com atestado de repouso. Então contei o fato ocorrido, como estava desgastada, cansada, gripada, sem dormir direito a noite e a insensibilidade do médico mediante isso. Ela ficou chocada. E comecei a contar os fatos do decorrer das consultas.

Ela me indicou a médica dela, só que a primeira consulta era paga. R$300,00. Se fosse o caso, pagaria, mas o ruim foi que, ao ligar, eles não tinham vaga. Esperariam liberar algum paciente. E eu precisava com urgência, por conta da ultrassom morfológica. Fizemos uma consulta no PA da Femina, com o doutor Carlos Alberto Zamguini, igualmente bom, que pegaria meu caso, mas na mesma condição: R$300,00.

Entrei em contato com a Gabi, esposa do Fernando e contei minha situação. Depois de 2hrs, Fernando me contactou e me indicou 3 obstetras amigos dele, de inteira confiança dele e já entrou em contato. Um não atendeu, outro não cuidava de gêmeos e a última, não menos importante, dra. Simone aceitou meu caso e, diga-se de passagem, já pediu para me passar o celular dela para caso de emergência.

Ao marcar a consulta, descobri que você marca para o dia seguinte. Marcado para uma segunda, fui lá e fiquei muito feliz com o tratamento. Realmente me senti acompanhada por uma obstetra, que vai acompanhar meu caso de forma específica e não genérica. Agendou minha ultrassom e fui realizá-lo.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

::: 22 Semanas e... Hemorróidas? :::


Surpresa repentina e desagradável, mas para os nenéns, tudo é válido!


Dia 25 de abril, segunda feira, 22ª semana de gravidez, percebi que uma verruga de hemorroida saiu. Liguei para a minha doutora e ela me aconselhou a procurar uma proctologista denominada Jaqueline, mas que era para eu ficar tranquila que isso era normal e que possivelmente não passaria disso. O horário que liguei era, por volta, de 12:00h.

Ao decorrer o período da tarde, a dor começou a piorar, a verruga aumentou. Nessa tarde, tive que ir ao dentista e fui para a igreja depois. Já não conseguia sentar direito. Estava evoluindo muito rapidamente. Conversando com o primo Dr. Fernando, ele me indicou os locais que ela atendia e concordou da recomendação, porque era uma profissional super competente. E falou dos tipos de hemorroidas e comentou de casos esporádicos de verrugas que viram trombose. Nesse caso, seria necessária uma cirurgia local.

A noite foi o auge: era dor, dor mesmo. Como se fosse ferroada. E a verruga estava de um tamanho desproporcional. Estava muito, muito grande. Estava do tamanho de metade de um dedo polegar. Tomava remédios para aliviar a dor (paracetamol, única coisa que eu poderia tomar), mas quando passava o efeito, a dor vinha com força. Eu chorava de dor. Dormi e acordava durante toda a madrugada.

Pela manhã, decidi ir atrás da dr. Jaqueline. Fui na Clínica que sabia que atendia e ela não estava mais lá, mas que possivelmente estaria no hospital São Judas. Me direcionei a esse local e o plantão dela era na quarta-feira, sendo que já era dia 26 de abril, terça-feira. No atendimento, perguntei se não havia outro cirurgião. Estava de plantão o Dr. Rodolfo. Decidi ficar. Ao ser diagnosticada, ele observou que a hemorroida já estava virando trombose. Como eu tinha comentado sobre a Dr. Jaqueline, ele optou por me medicar para amenizar a dor e falou para eu voltar no outro dia pela manhã, porque, provavelmente, eu faria a cirurgia. Que doutor maravilhoso! Um jovem. No início você fica até sem graça: "Putz, ele vai ver meu boga?", mas ele te deixa tão a vontade que você nem liga.

Fiquei bem o dia inteiro, tipo, entende-se: só de você não chorar de dor já era um grande alívio. A noite, o efeito começou a passar, mas a dor nem se comparava com a que sentia.

No outro dia, fui em jejum para o Pronto- Atendimento do hospital São Judas e expliquei para a doutora o que havia acontecido desde segunda-feira, a consulta com Dr. Rodolfo e minha situação. Ao ver, ela falou: "Já virou trombose. Você está de jejum?". "Sim, doutora". "Então vamos para o centro cirúrgico. Só vou me organizar, reservar o CC e vamos retirar essa hemorroida". 

Às 11:30h entrei no centro cirúrgico, fui sedada e foi realizada a cirurgia. O Dr. Rodolfo foi convidado a acompanhar minha cirurgia, por conta de uma Pós- Graduação que a Dr. Jaqueline faria e teria que viajar naquela noite. Às 12:30h já estava acordada e no apartamento.

A equipe do hospital está de parabéns! Ótimo atendimento, enfermeiros atenciosos, a todo momento iam verificar os batimentos dos nenéns... queria muito poder ter os nenéns naquele hospital, mas como não tem UTI neonatal lá, meu parto não é recomendado lá.

No dia seguinte tive alta. Estava super bem. Por mim, até dirigiria, mas me resguardei.  Fiquei 24 dias de licença, o que deu de curtir bem a gravidez, a barriga. Estou muito feliz, porque todos estamos bem. Meu pós- operatório foi ótimo.

Agora algumas fotos desses momentos no hospital: 


visita de minha sogra Nilma


 visita de minha obstetra Dr. Simone


 almoço do segundo dia


terça-feira, 7 de junho de 2016

::: Presentes dos Gêmeos :::


Aqui estão alguns presentes que os gêmeos queridos já ganharam no decorrer da gravidez.


Vovó Alinauda:

 

Padrinhos do João Alis e Helton:
 


Tia Avó Ana Antônia:
 


Padrinhos  da Letícia e tios dos gêmeos Danielli e José Pedro:

 (As 3 primeiras cobertas da direita para esquerda)
 


Benedita, amiga do DETRAN e vó postiça dos gêmeos:

 


Sueli, amiga de serviço do Marcionílio (fraldas), Tia Hilvanete (babadores) e Tia Avó Noêmia (regatas): 
 
 

Delegado João, chefe do Marcionílio:



Kamylla, amiga do DETRAN (bodys da esquerda), Maryana, amiga do Marcionílio (sapatinhos) e Lucimary e Any, amigas vendedoras de roupa (os conjuntos do lado direito):

 

Vovô Luiz:



Maria Luiza, amiga legionária:



Iraci e Mariana:
 
 

Vovô Moacy:

 

Tia Avó Neuza:

 
Rayane, minha afilhada de Crisma:


 
 

Vanda, prima de Juara:

 

 
Esses mimos enchem meu coração de alegria e me faz pensar como são queridos e aguardados esses gêmeos que vieram para fazer a diferença em nossas vidas!